Era uma noite levemente fria, com o céu coberto de nuvens cinza com um leve tom azul-marinho. O sono parecia ter se esquecido de me visitar, e meus pensamentos estavam a mil. Então me veio à cabeça a imagem da linda ruivinha que vira no colégio, o que sera engraçado, pois nunca havia reparado nela. Seria uma nova estudante? – não sabia, mas também, não me importava-.
Passou mais umas duas horas e finalmente um bocejo, o sono deveria estar batendo na porta, o que foi um engano.
Quase 07.00hrs e o despertador finalmente toca, me tirando das inúteis tentativas de dormir.
Levanto-me e a mulher já está na cozinha perguntando-me o que vou querer de café, respondo um “nada” e entro no banheiro.
-Água gelada para acordar. – na hora pelo menos não funcionou-.
- Mulher, já estou indo.
- De pijama? Estás louco? – mesmo vivendo anos fora de seu país, ainda não perdera o sotaque-.
- Sim, não tenho roupas.
- As vezes tu pareces uma garota, sabia?
- Adeus. – respondi grosseiramente.
- Luiz!! –exclamou- O que é? – É mamãe!
9.12.2009
9.10.2009
Meu livro.
Meus queridos, comecei a escrever um livro. Sim, é divertido arriscar.
Então, vou postar um pouco dele por dia, okay?
Nada de plágio, ein? haha
Prefacil
As gotas batiam no chão como se fossem pedras. Deitado na cama, minha cabeça parecia que iria explodir, o que eu adoraria culpa uma boa dose de álcool, mas no meu caso, era simplesmente a consciência. Enquanto a mulher na sala fala sobre os planos para a semana, não consigo parar de pensar nos olhos em que daria para tocar o sofrimento. Era tão mais fácil na infância, ter amigos imaginários, não se preocupar com nada. Agora, nem humano sou. Amaldiçoo quem nos deu o dom de pensar, ou não. Por enquanto ainda não sei, mas pode ter certeza de que um dia saberei a resposta para todas as perguntas que já fiz, e para aquelas que virão.
Então, vou postar um pouco dele por dia, okay?
Nada de plágio, ein? haha
Prefacil
As gotas batiam no chão como se fossem pedras. Deitado na cama, minha cabeça parecia que iria explodir, o que eu adoraria culpa uma boa dose de álcool, mas no meu caso, era simplesmente a consciência. Enquanto a mulher na sala fala sobre os planos para a semana, não consigo parar de pensar nos olhos em que daria para tocar o sofrimento. Era tão mais fácil na infância, ter amigos imaginários, não se preocupar com nada. Agora, nem humano sou. Amaldiçoo quem nos deu o dom de pensar, ou não. Por enquanto ainda não sei, mas pode ter certeza de que um dia saberei a resposta para todas as perguntas que já fiz, e para aquelas que virão.
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